Tirando o acesso, os ambientes e a continuidade da dependência de uma pessoa só
O case de Power Platform Governance detalha como um departamento de ~600 funcionários saiu de solicitações avulsas manuais, contas de serviço travadas por meses e ambientes de desenvolvimento pessoais, para uma base governada — com trilha de auditoria, segregação de permissões e continuidade garantida mesmo se alguém sair do time.
Cliente
Departamento de L&D de uma multinacional do setor automotivo
Escopo
100+ grupos de segurança, 2 SharePoints, ambientes dev/prod no Power Platform
natureza
Trabalho de arquitetura e governança, não só de aplicativo
Validação
Comparado por outra área da própria empresa que ainda levava 6 meses
O problema
O que foi construído
Uma camada de tracking própria dentro da organização, que não depende de acesso ao Jira do vendor para existir:
01
Power Platform Governance: Aplicativo de solicitação de acesso a grupos do Azure
02
Procedimento de conta de serviço
Documentação passo a passo (com print de cada etapa) cobrindo as 3 plataformas envolvidas: certificado, criação da conta de serviço, criação do aplicativo e associação entre os dois. O gargalo nunca foi técnico — era falta de um caminho claro em meio a múltiplas plataformas de TI.
03
2 SharePoints com permissão em 4 camadas
Um é o portal da organização (links e páginas das 5 áreas do departamento, com uma zona externa aberta a todos e zonas internas segregadas por área). O outro é o SharePoint operacional de L&D — listas de onboarding, lista mestra de treinamentos, pastas WIP, gravações de sessões, lista de comunicação por e-mail. Como toda atualização roda via Power Automate e conta de serviço, o desenho de permissão elimina a necessidade de dar acesso de escrita ao usuário final:
04
Ambientes de desenvolvimento e produção
Antes, “testar” era programar e publicar direto após validação manual em ambiente pessoal. Hoje o departamento tem ambientes dev e produção formais, geridos pela conta de serviço do departamento — não mais pela conta de uma pessoa. Isso elimina o risco de continuidade: se alguém do time sai, os aplicativos continuam com dono institucional, não pessoal.
Case Power Platform Governance: Resultados
Acesso a grupos
↓
237 solicitações desde nov/2025
conta de serviço
↓
mesmo procedimento replicado por outras áreas
governança dos ambientes
↓
zero dependência de uma única pessoa
“Nossa, aqui demorou 6 meses” — comentário da liderança ao comparar o mesmo processo de conta de serviço sendo replicado em outra área da empresa, sem o procedimento documentado.
Validação externa do ganho, dentro da própria organização
O que isso mostra
Esse case não é sobre um app específico — é sobre desenhar a camada de identidade, permissão e ambiente que sustenta qualquer automação em uma organização. É o tipo de trabalho que normalmente só aparece quando falta: no incidente de continuidade quando alguém sai, na auditoria que não encontra rastro de quem aprovou o quê, no time de TI que herda um ambiente pessoal sem dono. Empresas de porte médio que estão automatizando processos sem essa camada de governança estão acumulando o mesmo risco, só que ainda não pagaram a conta por ele.
Case anonimizado a pedido do cliente. Descrição de fluxo conforme reportado internamente pelo departamento.
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